THE BABYLON´S QUEEN





E hoje vamos agitar e muito as coisas por aqui com este lançamento. THE BABYLON´S QUEEN é uma coletânea de versões super dançantes de músicas da Madonna, especialmente voltadas para aqueles que amam se jogar nas pistas de dança.

O disco foi criado e lançado pelo Gustavo Barreto em seu blog. Os remixes são velhos conhecidos daqui do Twenty5&More e são maravilhosos. Temos versões destruidoras para HOLIDAY, LUCKY STAR, ANGEL, LIKE A PRAYER, SECRET, GIVE IT 2 ME e muito mais. No total são doze remixes e entre os Dj´s que os criaram, temos nomes como Lukesilver, Birds, Anderstanding, Rafael Lelis, Dario X e muito mais!!!




THE BABYLON´S QUEEN

O Blog do Gustavo ( ou Guga), inclusive, está com uma promoção imperdível. Ele está sorteando um box maravilhoso com cinco DVD´s com todos os videoclipes da Madonna em alta qualidade. Veja a imagem abaixo e entenda como participar.



E ai? Vai ficar de fora mesmo?  Claro que não né? Então corra e participe! Ah e baixem o CD porque é muito bom mesmo. Ninguém vai se arrepender!!!

Ah e a capa super colorida e psicodélica do Cd é criação do próprio Guga.

Abração e até amanhã!

Fonte: Guga Dvd´s





Segunda parte do texto do Zeca Camargo sobre os bastidores de sua entrevista com Madonna. Nesse texto, o Zeca volta no tempo e conta como foi a primeira vez que viu Madonna ao vivo. É bem interessante mesmo, fazemos uma grande viagem ao final da década de 80 e ainda por cima, me fez ler sobre uma aparição ao vivo de Madonna que eu desconhec ia. Uma grata surpresa!

Madonna, Nova York, 1989

"  A primeira vez que vi Madonna se insinuando para outra mulher num palco não foi naquela festa antológica do VMA da MTV americana, em 2003, quando ela beijou Britney Spears na boca. Em 1989, eu era correspondente em Nova York do jornal “Folha de S.Paulo”, quando fui cobrir um evento beneficente para proteger nossa “floresta tropical” (lembra quando isso era um tema apaixonante?). Várias apresentações estavam sendo anunciadas para essa espécie de “maratona do bem” para uma causa justa. Os B-52’s, por exemplo, estavam mais que confirmados (e só isso já era motivo para eu me entusiasmar com a cobertura!), mas a presença de Madonna, apesar de muito comentada previamente, era apenas uma possibilidade. Com isso em mente, no dia 24 de maio daquele ano, lá fui eu para a Brooklyn Academy of Music (BAM) conferir o “happening” que ficou conhecido como “Don’t bungle the jungle”.
O lugar estava lotado – era “o” evento alternativo da temporada (numa cidade que ainda se orgulhava de ter um lado alternativo, e não escondê-lo em um pequeno clube subterrâneo, mas apresentá-lo num endereço de tanto prestígio quanto a BAM). Como o perdão do clichê, a eletricidade estava no ar – mesmo sem uma frenética troca de twitters (algo que, claro, ainda demoraria quase duas décadas para surgir) as pessoas estavam visivelmente excitadas com a hipótese de uma aparição-surpresa de Madonna. Por isso, quando ela finalmente entrou no palco, era possível sentir os balcões da BAM tremendo! Vestindo um jeans agarrado e um bustiê (muito antes de isso ser uniforme de bailes funk!), ela não chegou sozinha: a comediante Sandra Bernhard vinha de mãos dadas com ela num modelito praticamente idêntico.
Quem? Bem, acho que mesmo quem é da minha geração precisa de um refresco na memória para se lembrar de Sandra Bernhard. Entre o final dos anos 80 e o começo dos 90, ela era uma das comediantes mais famosas nos Estados Unidos. Pioneira nas transgressões em suas apresentações de humor e abertamente lésbica, ela era também uma das melhores amigas de Madonna na época. Por conta disso, uma das fofocas mais correntes naqueles dias era a de que as duas estariam tendo um caso. O rumor era muito forte – isso, só lembrando, quando a facilidade de espalhar uma notícia ainda não contava com uma ferramenta chamada twitter! – e vinha desde o ano anterior (uma participação das duas no “talk show” de David Letterman em 1988 já foi suficiente para levantar “suspeitas”). E – o melhor! – as duas pareciam se divertir com isso.
Tanto que naquela tarde no BAM, numa antológica interpretação do sucesso de Sonny & Cher, “I got you babe” (o vídeo aqui credita erroneamente o evento como beneficente para a causa da AIDS), no meio da música, Madonna, sem dar muitos detalhes, pede para a platéia: “Não acredite nesses rumores”. Ao que Sandra retruca prontamente: “Acreditem nesses rumores!”. E tudo, claro, num tom de muita diversão. Mas o que estava realmente acontecendo ali? Quando as duas saíram do palco, novamente de mãos dadas, as pessoas na plateia estavam ensandecidas. Era como se Madonna – ajudada por Sandra – tivesse (mais uma vez) hipnotizado todo mundo com seu carisma e, depois, brincava com a caretice os limites de aceitação de todo mundo. Os aplausos vieram em cascatas. Para mim – que então nem sonhava que um dia poderia entrevistá-la – foi um momento de total encantamento.
Pela primeira vez eu estava vendo de perto a mulher que, já há alguns anos, espalhava mensagens contra o preconceito e manifestos à liberdade – e pude constatar que ela não dizia aquilo só “da boca pra fora”, mas acreditava de fato naquilo e usava o poder de sua imagem (que já era estratosférico) para fazer com que essas ideias chegassem ao maior número de pessoas. Se eu já não fosse um fã, depois daquele mini show no BAM eu estaria totalmente convertido.



Retomando, o ano era 1989, a cidade era Nova York, e Madonna era a dona absoluta dela.
Mais de uma vez, sempre quando conto alguma história de passagem pela cidade, eu digo (de uma maneira ou de outra) que esse que morei lá foi muito importante para mim – por vários motivos. Era a primeira vez que eu morava fora do meu país por tanto tempo; havia um “quê” de independência que eu estava experimentando pela primeira vez; pela primeira vez também, mesmo já tendo viajado um bocado, eu me sentia um “cidadão do mundo”; eu tinha de me virar com muito pouco – não vamos entrar em detalhes do meu salário na época, mas é bom lembrar que Nova York sempre foi um convite irresistível ao consumo – mas ao mesmo tempo estava num lugar que permitia que você se divertisse muito sem gastar muito dinheiro; e apesar de trabalhar como um louco (acredite: o volume de coisas para fazer, especialmente numa era pré-internet, era enorme!) eu tinha tomado uma decisão: eu ia conquistar Manhattan!
Pretensioso? Deixe-me explicar melhor. “Conquistar” aquela cidade – e aqueles que já tiveram a oportunidade de morar lá sabem do que estou falando – não significa ter a ambição de tornar-se uma celebridade local, mas saber aproveitar aquele lugar ao máximo. O papel do tímido visitante que assumi nas primeiras semanas por lá logo foi dando lugar ao do curioso repórter – e possível morador permanente (eu já fazia planos…). E fui para as ruas. Cada vez mais próximo de uma distante prima minha (Isa), que já morava lá desde 1984, comecei a realmente descobrir a noite da cidade, dois meses depois de ter desembarcado por lá, em janeiro. Enfrentando madrugadas ainda geladas, eu e Isa ficávamos horas em filas de clubes e festas cuja possibilidade de entrar era quase zero – o que não tirava em nada a nossa diversão (mesmo quando a gente voltava para casa sem conferir lugar algum, já estava muito bom).

Entre tantas possibilidades noturnas, nenhuma era mais cobiçada do que uma noite no Copacabana – um endereço clássico de Nova York. Não me lembro direito dos detalhes, mas era um evento específico (tipo, toda última terça-feira no mês), e a multidão que ficava na frente do clube era já em si digna de nota. Organizada pela “dona da noite” de então, Susanne Bartsch, esse era o lugar para se estar se você morasse em Nova York em 89. De todo o período em que eu fiquei lá, devo ter conseguido entrar em três ou quatro dessas festas – no máximo. Mas já posso dizer que esse sucesso relativo valeu por todos os “fracassos”. Sandra Bernhard era figura marcada no “Copa” – e de vez em quando a própria Madonna dava o ar da graça.
Ficar só no Copacabana porém é oferecer um retrato apenas parcial da festa que era a cidade. Bares e clubes numa região que ainda era considerada perigosa – a “Alphabet City”, ou ainda, o “Lower East Side” quando as avenidas começavam a ser chamadas não de números, mas de letras – eram um circuito ousado e, talvez por isso mesmo, sensacional. Os temores de cruzar o Thompkins Square, infestado de traficantes e atapetado por seringas, eram praticamente esquecidos quando você achava um lugar (o Pyramid me vem à cabeça) onde o DJ tocava exatamente o que você queria ouvir. E tinha também o Mars – que ficava em outra área que não era muito segura em Manhattan: o Meat Packing District (que hoje é quase um shopping center aberto, de tão bem comportado). O Mars era um clube de cinco andares – e em cada um deles você tinha um ambiente diferente. Passar por lá e depois ir comer no Florent (um dos poucos restaurantes acessíveis e bons que ficavam abertos 24 horas na região) era o que eu podia chamar de uma noite perfeita. E entre tantas noites dessas, a que eu nunca vou esquecer foi a que Madonna apareceu de surpresa para um “pocket show” no palco do primeiro andar da Mars!



Quando isso aconteceu, Nova York dançava praticamente ao som de uma só música: “Like a prayer”. Semanas antes dessa noite no Mars, lembro-me de ter ficado em casa só para ver a estreia desse vídeo na MTV americana (sei que é difícil imaginar que isso um dia existiu, mas as pessoas antigamente ficavam esperando para ver a estreia de um clipe…). Mais uma vez Madonna testava os limites da sua popularidade, cutucando de perto um assunto “delicado”: a igreja católica. Cruzes queimando, beijos no santo, correntes e grades – tudo ajudava a criar um clássico do pop, que talvez até tivesse sido esquecido se a música não fosse tão boa. “Like a prayer” não demorou nada entrar no inconsciente coletivo – a tal ponto que, quando eu ouvi ali na pista do Mars, naquela noite, os primeiros versos da canção (“Life is a mystery / everyone must stand alone”) a última coisa que eu podia achar era que a própria Madonna é quem estava no palco cantando. Mas quando me virei naquela direção, tive a certeza: era ela sim – poderosa, divertida, ousada, “desencanada”, divina. Mesmo 23 anos depois daquela noite, eu não consigo achar as palavras certas para descrever exatamente o que aconteceu comigo – aliás, com todo mundo que estava lá! O magnetismo de Madonna, a força da própria música, a animação da noite, a pulsação da cidade – tudo estava acontecendo ao mesmo tempo. E meus pés simplesmente não tocavam o chão.
Recentemente, passando por Nova York a trabalho, tive um bem-vindo “flashback” dessa época. Minha prima Isa foi convidada a expor suas fotos da noite nova-iorquina numa galeria bem legal em Chelsea, a Milk. (As fotos que ilustram o post ORIGINAL no blog do Zeca são dessa exposição – e aqui está uma foto da própria Isa na noite de abertura). Como ela mesma me disse, eu estava em cada uma dessas fotos – não exatamente diante das câmeras, mas ao lado dela, da fotógrafa, conferindo tudo (e muitas vezes até a protegendo dos “perigos da noite”!) – aquela história ali era um pouco a minha história. E eu fiquei bem emocionado de ver o trabalho dela numa galeria tão bacana. Além de ter feito parte daquilo tudo, a lembrança que me dava mais prazer não era a do frisson de conviver com aquela fauna noturna, nem esbarrar nas celebridades que pipocavam nessas festas – nem mesmo ter chegado tão perto de Madonna. Não. O que mais gosto de lembrar é como essas experiências todas abriram minha cabeça – e em especial, como foi importante ter ouvido Madonna falar naquela noite no Mars.
Além de cantar “Like a prayer”, ela trocou algumas palavras com a sortuda audiência daquela noite. Impossível lembrar literalmente tudo que ela disse, mas a mensagem geral era a de que as pessoas deveriam ser respeitadas sempre. Que o mundo está sempre preparado para dizer não para você – e que ela mesma tinha experimentado isso inúmeras vezes. Mas que o importante mesmo era que você aprendesse a dizer sim para você mesmo. Que nada era mais poderoso que isso. E que qualquer pessoa que tentasse te diminuir na sua trajetória merecia uma resposta simples: “I don’t give a shit”!



Preciso mesmo traduzir?
Acho que não. Vamos ficar hoje por aqui. Já estou mais uma vez me estendendo demais– e o melhor que tenho a fazer é usar essa frase como um gancho para o texto de segunda que vem, na parte final dessa trilogia. Pois foi justamente uma frase idêntica a essa que eu ouvi semana passada no palco montado no Hyde Park, na escala londrina da turnê “MDNA”. E é exatamente isso, a incrível epifania que foi ver esse show, que eu quero dividir com você no próximo post."


E ainda essa semana, a terceira parte deste longo e delicioso post!
Aguardem!

Fonte: Blog do Zeca Camargo/ G1

Magazines: SMASH HITS - Agosto, 1987





 Mais um post da sessão MAGAZINES. Tenho que admitir que fiquei muito surpreso com o sucesso que esta sessão vem fazendo e por isso, tenho tentado buscar cada vez mais scans interessantes para mostrar pra voces.

Hoje, temos a segunda aparição da revista SMASH HITS aqui no blog. Datada de 11 de agosto de 1987, a publicação foca na fase WHO´S THAT GIRL e dá muito destaque a turnê e a passagem da mesma pelo Reino Unido. Obviamente que a revista também fala do filme e do novo álbum da cantora, com a trilha sonora do filme( tem até um anuncio do disco). Para ser mais abrangente ainda ( como a própria chamada de capa sugere), outros assuntos também são abordados, como os rumos que a carreira dela e que seu casamento com Sean Penn terão no futuro.







Os scans são cortesia do ótimo blog OnThe Cover Of A Magazine, especializado em capas de revista com a Madonna.


ATENÇÃO:

Tem uma promoção super legal rolando na Net! Já pensou ganhar um Box de DVD´s com TODOS os clipes de nossa rainha? Pois ééé!! Ficou com vontade? É bem simples. Acesse ESTE LINK e vá até o blog do Guga e saiba como participar e concorrer ao box.

Eu vou participar! E acho que todos deveriam também. Boa sorte então e que vença o mais sortudo! kkkk

Abração!

Fonte: On The Cover Of a Magazine









JE T´AIME - Live At Paris Olympia




 Tô de volta pra mais um post mega rápido, pois ja já eu tenhoq ue ir trabalhar. Na verdade, esse seria o post de amanhã, mas acredito que já não seria mais novidade nem interessante pra ninguém. Tô falando do áudio do show de ontem, que de tão bom, já deve ter despertado a cobiça de todos os fãs.

O áudio está completinho, incluindo a Intro e o looongo discurso que Madonna fez antes de cantar MASTERPIECE. O grande bacana desse arquivo sem dúvida são as duas faixas novas do setlist: BEAUTIFUL KILLER e a clássica canção francesa JE T´AIME MOI NON PLUS.

 JE T´AIME - Live At Paris Olympia




Para completar, criei ( bastante as pressas) uma capa pra este arquivo e decidi usar imagens justamente dessas duas performances. Eu pensei assim: Caso Madonna não volte a cantar essas duas músicas na turnê regularmente, não sei se terei a oportunidade de usar essas fotos de novo. E tô partindo desse mesmo principio pra fazer a capa do meu Dvd pessoal.

Bem, é isso! Agora só devo voltar aqui pra ver os coments certo?

Ah e em dentro de poucos dias, teremos o retorno de uma sessão muito especial aqui no blog: FANADDICTION! Aguardem!

Abração!


UPDATE!

Link Corrigido! Divirtam-se!

HUNTER´S CLUB ( Tribute - Playlist´M Collection)




Depois do barulho que o show de ontem causou ( e ainda tá causando) no mundo Madonnico ( e porque não, fora dele), vejam só que maravilha eu vos apresento!

Quer dizer, eu não, e sim o blog Playlist´M. O dono do Blog, o Eleinilson Nasciomento é louco por tributos e toda vez que surge um disco desse tipo, ele lança lá no blog dele e normalmente, eu também acabo curtindo e trazendo pra cá. Neste álbum, além de algumas covers inéditas, temos ainda alguns covers remixados! Isso mesmo! Esse é o caso das versões de BORDERLINE por Jody Watley, BURNING UP na voz de Britney Spears e MASTERPIECE, na interpretação de Zamir Abbud.

No total são 23 músicas e temos várias fases da carreira da Madonna aqui presentes: LIKE A PRAYER, FROZEN, PARADISE, LIKE A VIRGIN,CELEBRATION, GET TOGETHER e muitas outras estão no tracklist do disco. Somente o nome de Britney Spears é super conhecido, mas isso não quer dizer que os outros artistas brilhem menos. É uma grande oportunidade de ouvir Madonna de um jeito único. Vale conhecer.

HUNTER´S CLUB ( Tribute - Playlist´M Collection)





A arte do disco foi feita pelo próprio Elenilson e como eu gostei bastante, decidi mantê-la. Fala se essa foto da capa frontal não daria uma bela camiseta?

Bom, é isso. Abram suas mentes para novas possibilidades e ouçam este disco. Ah e o link  de Download é diretamente do post lá no Playlist´M, ok?

Abração e até o próximo post!

Fonte: Playlist´M

MDNA TOUR - Live From Paris






Hoje é um dia especial para os fãs de Madonna! A turnê MDNA TOUR terá transmissão Online diretamente de Paris. O Show será visto ao vivo no Teatro Olympia e a transmissão acontecerá as 17.15h, horário de Brasilia.

Madonna prometeu algumas surpresas para esse evento. Falou-se na inclusão de um mash up entre BEAUTIFUL KILLER e DIE ANOTHER DAY que entraria no primeiro segmento do show e também cogita-se a inclusão de LOVE SPENT, já que a mesma foi ensaiada em Copenhaguem e a própria Madonna disse que teria que preparar algo para Paris, dando a entender que poderia ser esta a tal surpresa.

Enfim,  hoje vamos acabar com as dúvidas.

Infelizmente eu terei que trabalhar as 18h e só poderei assistir a uma parte do show. Mas mesmo assim, tenatrei vê-lo depois. Quero saber o que todos vocês acharam do show ok?

Para assistir o show, CLIQUE AQUI.

Até mais tarde!!!

UPDATE!

Bom depois que o show acabou, eu não tinha como não vir aqui e falar a minha opinião a respeito. Começando com uma coisa que muita gente talvez não imaginasse: O Show não foi na íntegra. Foram apenas 45 minutos  e nove canções. Tá rolando um boato de que os fãs pagantes vaiaram, reclamaram, porque acharam que era o show completo, mas ainda não sei se isso é verdade. Se for, dá pra entender um pouco, pois não lembro de ter visto nenhuma informaçaõ sobre o show ser apenas um Pocket.

Por outro lado, foi bom não ter visto o show inteiro, assim, nossas esperanças de um DVD decente aumentam. Ainda mais que com a estrutura reduzida, muito da riqueza do shwo se perderia. Mesmo assim, o show ficou bonito, parecendo uma peça de teatro. Foi um show bem intimista mesmo.

As boas surpresas foram a inclusão de duas novas performances no show: BEAUTIFUL KILLER num maravilhoso mash up com DIE ANOTHER DAY e a clássica e famosa canção francesa JE T´AIME MOI NON PLUS. O público veio abaixo com essas duas performances. Seria bom e-las no setlist do show, mas eu duvido muito. Por isso, outra vantagem desse show mais curtinho.

Adorei CANDY SHOP e HUMAN NATURE. VOGUE eu nem preciso comentar. Agora, se era pra ser um shwo curtinho, não seria melhor, ao inves de usar praticamente dois blocos inteiros, mesclar alguns numeros do show completo? Por exemplo: usar a abertura, que todos falaram que era incrível, cantar EXPRESS YOURSELF, LIKE A PRAYER e encerrar com CELEBRATION?

Enfim, foi o tinha pra hoje! Mas valeu a pena. O show será reprisado até amanhã, de uma em uma hora, no canal original onde foi transmitido pela primeira vez.

Agora sim, até amanhã!

My Collection - TAKE A BOW 7" Picture Disc



 Mais um post com mais um single de TAKE A BOW, dessa vez um lindo Picture Disc de sete polegadas, ou como preferem chamar, um compacto.

Madonna lançou oficialmente poucos Picture Discs de 7 polegadas. Foram apenas cinco com este ( os outros foram DEAR JESSIE, VOGUE, FEVER, e SECRET) e todos puderam ser vistos aqui. Este aqui foi não só o último Picture Disc de 7 polegadas a ser lançado, como também foi o último Picture Disc oficial lançado por Madonna na década de 90. O formato só voltou a venda no ano 2000.


Assim como todos os Picture Discs, este é em edição limitada e numerada! O meu é a cópia de número 15734. Desde sempre fui apaixonado por este disco. Achava ele uma graça e por isso, sempre busquei ele para comprar. Consegui nas mãos de um Ex Colecionador, mas hoje em dia, eu nãoa cho outras cópias com muita frequencia. Também como a grande maioria dos Picture Discs, o compacto tem uma artwork completamente diferente das edições regulares dos singles de TAKE A BOW. Na frente, uma foot colorida, retirada do ensaio do álbum BEDTIME STORIES e no verso, apenas um fundo branco com os créditos.


O disco vem naquelas embalagens grossas de PVC, comuns a este formato e dentro, um encartezinho com a mesma arte prensada no disco. O conteúdo é o seguinte: No lado A, TAKE A BOW em versão Edit, e no lado B, a versão Instrumental.





O disco é importado da Inglaterra. É lindo, apesar de pequenininho e tá novissimo. Adoro este disco e recomendo para quem quiser te-lo em sua coleção. Vale muito a pena.



Bom, agora, só falta mais um single de TAKE A BOW. Talvez o mais especial de todos pra mim...

Aguardo comentários!

Abração e até amanhã!!! 

MDNA REMIX - By Julio Fidelidade





 Amanhã será um dia muito especial. Haverá a transmissão Online do show da Madonna em Paris e já sabemos que haverá algumas surpresas para este show. Alguém aqui além de mim está ansioso pra ver  e posteiormente  fazer o Download do show?

Pois é, mas enquanto não chega o momento de vermos o show ( que ao que tudo indica, pelo lugar onde será filmado terá um ar mais intimista) que tal desfrutarmos de mais uma versão remixada do álbum MDNA? Este aqui foi montado pelo Julio Fidelidade, um super fã de Madonna que tem um site bastante conhecido sobre nossa diva.

Nesta versão, temos todas as faixas da versão Standard e como nem todas as faixas ainda ganharam aqueles remixes que esperamos, o Julio teve que rebolar um pouco pra montar seu Cd. Além de remixes oficiais para GIRL GONE WILD, GIVE ME ALL YOUR LUVIN´, TURN UP THE RADIO e MASTERPIECE, o Julio incluiu o novissimo remix de William Orbit para GANG BANG e o restante são remixes não oficiais, destacando o ótimo remix de FALLING FREE do DJ Biso.

MDNA REMIX by Julio Fidelidade



O unico problema aqui é que a maioria dos remixes são do DJ Harry Poppers. Não que eles sejam ruins, mas além do disco inteiro assinado por ele já ter sido postado aqui, seus remixes acabam não mudando muito as versões originais. Não que isso seja ruim.

Mas o mais legal aqui é a artwork linda que o Julio criou. Adorei mesmo! E com certeza muitos vão gostar também. Parabéns mesmo!

Bem, é isso! Estou ansioso demais pro show de amanha, e com certeza estaremos ligados nessa transmissão.

Até amanhã!

Fonte: Julio Fidelidade

MDNA TOUR - Tourbook Completo



E foram disponibilizadas hoje as imagens que compoem o Tourbook da MDNA TOUR. As imagens foram postadas no site Madonnarama e foram cedidas pelo próprio Giovanni Bianco, que fez a Direção de Arte do projeto.

Abaixo algumas das imagens em ordem aleatória:














Para visualizar o Tourbook completo, visite o ótimo blog IMAGEM MADONNA, do meu amigo Ique!

Aaaaahhh, AMO esse tipo de material, AMO!

Até mais tarde!

Fonte: Madonnarama/ Imagem Madonna



Como todos sabem, no último Domingo, 22, o apresentador do Fantástico, Zeca Camargo, entrevistou a Madonna em Londres e decidiu contar como foi todo esse processo em seu blog. O material foi dividido em três partes e hoje trago a primeira delas aqui pro Twenty5&More. Achei muito inteessante e já tô curioso pelas outras partes.


Madonna, Londres, 2012

“Se tudo correr bem”… Lembro-me de ter usado essa expressão logo no início do último post, quando convidei você a me usar como um porta-voz de sua pergunta para Madonna. O resultado disso, como vou contar aqui hoje, foi excepcional – talvez você tenha conferido a edição final ontem no “Fantástico”, mas se não teve chance de fazer isso, é só clicar aqui. E, pelo bom clima entre entrevistador (sim, eu) e entrevistada (ela, Madonna), você pode concluir sim que tudo “correu bem” na hora da entrevista. Mas até chegar lá…
Como já contei aqui algumas vezes, o mundo do “showbizz” é imprevisível. Artistas mudam suas agendas na última hora; cancelam entrevistas no próprio dia marcado (a cena de Britney Spears saindo chorando do quarto do hotel em Nova York, onde eu estava prestes a entrar para conversar com ela é o registro mais curioso dessa imprevisibilidade – e foi bem contada no meu livro “De a-ha a U2″); acordam de mau-humor; estendem o tempo do bate-papo conforme suas vontades; ou mesmo te cobrem de atenções inimagináveis numa situação que é – sempre é bom lembrar – estritamente profissional. E com Madonna, desta vez, o imprevisto também entrou em jogo. Na última segunda-feira, escrevi que iria conversar com ela na quarta. Pois não é que, minutos antes de eu embarcar para Londres, recebo então um email da Liz Rosenberg – que é a “toda poderosa” que cuida (entre outras coisas) da agenda de compromissos da cantora – perguntando displicentemente se eu me incomodaria se a entrevista fosse mudada para sexta-feira…
“Não tome nenhuma providência nenhuma antes de eu confirmar essa alteração”, escreveu Liz – meio que me deixando sem ação. Meu primeiro compromisso, antes de fazer a entrevista, era assistir ao show – programado para a noite de terça, no Hyde Park (mais sobre ele, na parte 3 dessa série de posts sobre Madonna – sim, vai ter mais um na quinta e outro na segunda que vem sobre o mesmo assunto; e se você achar que eu estou exagerando, eu digo que ainda é pouco para dizer tudo que quero sore ela… mas eu divago…). Eu tinha de embarcar para não perder a apresentação – mas será que valia a pena entrar no avião se a própria entrevista não era uma certeza? Explico melhor: quando começa a mudar assim, a gente já vai ficando desconfiado. De quarta para sexta… e de sexta para quando? Sexta era o meu limite – eu tinha que voltar para o Brasil para apresentar o “Fantástico”, não poderia ficar mais… Ao mesmo tempo, Madonna, pela minha experiência, é uma super profissional: só deixaria de cumprir um compromisso se acontecesse uma coisa muito grave. Assim, com tudo isso em mente, voei para Londres sem saber direito o que iria acontecer.
Mesmo lá, enquanto matava o tempo para ir ao Hyde Park visitando alguns de meus lugares favoritos pela cidade (a Serpentine Gallery, com seu novo pavilhão de verão assinado por Herzog & de Meuron e Ai Weiwei; a nunca decepcionante Hayward Gallery, com uma incrível exposição sobre “arte invisível”; as novas e sensacionais dependências da Photographer’s Gallery), enfim, enquanto eu passeava, a cada 15 minutos consultava minhas mensagem para saber se tinha alguma novidade. Foi só por volta das 19h – isto é, menos de 24 horas para o horário originalmente marcado – que veio finalmente a resposta: Madonna falaria comigo às 17h30, da sexta-feira 20 de julho.
O jeito bom de receber essa notícia foi encarar com animação os dois dias que eu ganhei de folga numa cidade que eu adoro (dias esses que, aliás, eu nem gastei por lá – mas isso eu conto uma outra hora). Mas a “cabeça de jornalista” já começou a ficar preocupada. O voo de volta para o Brasil era sexta, às 21h50. Digamos – digamos – que Madonna não atrasasse um minuto, dos dez que ela tinha prometido para mim. Até o material ficar pronto, eu teria de esperar uma meia hora por lá. Chegar em Heathrow (o principal aeroporto de Londres) sempre foi uma maratona à parte – e isso nem é um trocadilho com a cidade que respira excitação com as Olimpíadas que começam esta semana! Aí tinha os trâmites do embarque… Será que daria tempo?
Decidi confiar na sorte. Depois da experiência fascinante que foi ver ela no palco (já disse: mais sobre o próprio show, só na segunda que vem – este post é dedicado aos bastidores da entrevista!), passei os dias seguintes, quarta e quinta, tentando disfarçar a minha expectativa para nosso encontro. Afinal… Bem, era Madonna. Não só eu já tinha assumido aqui um compromisso de levar as questões mais interessantes enviadas para ela – um “pacto” com os fãs -, mas eu também não queria fazer feio na frente da “moça”: a maior artista pop dos últimos 30 anos; uma diva que, apesar dos 54 anos que vai completar no mês que vem, ainda tem a energia, a paciência, e a curiosidade de mexer com a cabeça de toda a nossa cultura; uma mulher que, além da importância na formação cultural de mais de uma geração, ainda tem o poder de influenciar a maneira como a gente vive; uma entrevistadora notoriamente difícil (uma pesquisa no YouTube pode constatar que nem sempre as conversas são um sucesso); e um ídolo meu pessoal, com quem tive um encontro transformador em 1989, quando morava em Nova York (tema da segunda parte dessa trilogia de posts sobre ela). Todos esses elementos giravam em minha cabeça como malabares, presentes a cada minuto que eu passei com amigos queridos numa outra cidade “ali perto” de Londres. E, ao contrário de isso me preparar melhor para o próprio momento máximo, eu só ia ficando mais angustiado. Até que então chegou a sexta-feira…
Peguei um trem de manhã de volta para Londres e, para tentar me distrair, aceitei o convite para visitar o ateliê de um fotógrafo que admiro há tempos e que, por uma feliz coincidência, estava na cidade. Imagens de personagens e pessoas de uma cultura distante do que aquela que me cercava (Índia) foram sim um belo respiro para me colocar no espírito da entrevista. De lá, voltei ao hotel, arrumei minhas malas e então fui ao encontro de Madonna.




O local marcado era um hotel em frente – veja que comodidade – à casa da cantora (onde posei para a foto ao lado), pertinho do próprio Hyde Park. Tudo muito organizado: pisei no lobby do hotel, uns 45 minutos antes do combinado, e já fui chamado pelo nome – tipo “o senhor está sendo aguardado”. Muito chique. Fui encaminhado para o restaurante do hotel. Primeiro a chegar, fui vendo os colegas que vieram depois. Um curioso repórter da Argentina, que já havia encontrado em outras ocasiões; um “garoto” chileno, que estava ligeiramente nervoso, sem ainda saber como separar seu lado fã do lado repórter; um jornalista mexicano, ligeiramente deslocado, que dizia cobrir mais a área de esportes; e mais um da Polônia – esse sim bastante deslocado, pelo menos geograficamente. Como em todos esses eventos de mídia (conhecidos pelo termo “junket”), a mistura era bastante bizarra. Como estava programado para eu ser o primeiro da lista – eu era o único com um “problema” de voo – criou-se uma certa ansiedade: todos queriam saber, ainda que disfarçadamente, como estaria o “espírito” de Madonna naquele dia para entrevistas.
Ela mesmo, que é bom… nada de chegar. Quase 18h (eu, contando os minutos) e nada da cantora – até que percebemos uma certa mobilização no corredor que passava por trás do restaurante (os espaços eram separados por paredes de vidro). Era um bom sinal de que ela estava a caminho. Mas sua entrada ainda levaria outros bons 15 minutos – e Madonna passou tão rapidamente, que eu nem tive tempo de virar para conferir sua passagem. Confesso, porém, que só de saber que ela estava no mesmo espaço que nós ali, já fez com que eu finalmente deixasse escorrer uma leve gota de suor – quase um milagre, no tórrido verão londrino deste ano (com temperaturas aberrantes na faixa dos 14 graus…). Era hora, enfim, de me concentrar!
Ia passando vários dos assuntos que queria conversar com ela na memória – alguns, claro, sugeridos por você. As provocações dessa turnê; as cenas mais ousadas do show; seu filho Rocco no palco; seu papel como artista; Lady Gaga; sua energia aos 50 (e tantos) anos; sua vontade de vir ao Brasil. Ao mesmo tempo, ia tentando ver como tudo isso caberia em 10 minutos! Coisas demais para pensar? Pode apostar. E para dificultar um pouco as coisas, Liz Rosenberg – que já havia se apresentado antes – veio em minha direção e disse: “Pode vir comigo”. Seria um exagero dizer que fiquei gelado? Na verdade o adjetivo não descreve bem o que senti naquele preâmbulo. Estava excitado. Estava nervoso. Estava feliz. Estava de olho no relógio. Estava concentrado. Estava disfarçando o fã que estava dentro de mim. Estava torcendo para ganhar alguns minutos extras. Estava aliviado de saber que ia começar logo.
Fui posicionado ali no corredor pelo qual ela havia passado poucos minutos antes. Por sorte, fiquei bem em frente a uma janela de vidro para dentro do próprio quarto onde ela estava – ela, e mais de 15 pessoas (entre as que eu consegui contar) a sua volta: cinegrafistas, iluminadores, assessores de todo tipo, algumas pessoas aparentemente sem nada para fazer, maquiadores, garçons. Como a porta do quarto estava aberta, eu podia ouvir mais ou menos o que conversavam – basicamente perguntas sobre como ela estava fotografando nas câmeras. A certa altura, alguém levantou um monitor com sua imagem – e pude finalmente vê-la (ela estava sentada de costas para o meu ângulo de visão). Estava tão bem – e, eu, tão louco para que começasse logo – que quase falei em voz alta: “Está ótima Madonna, vamos?”. Mas o início mesmo seria só dali a mais alguns minutos. Um segurança passou e perguntou o que eu estava fazendo ali – ao que eu respondi imediatamente que havia sido posicionado naquele lugar pela própria Liz Rosenberg. Ele então perdeu o interesse por mim (felizmente), e consegui entrar um pouco mais no clima do que estava acontecendo lá dentro. Aos poucos, já estava tão familiarizado com o ambiente que, quando meu nome finalmente foi chamado, achei que era menos uma surpresa do que uma consequência natural de estar ali.
“Madonna, esse é Zeca, do Brasil”, alguém nos apresentou – e ela fez questão de repetir o meu nome exatamente como você o pronunciaria. Enquanto me sentava, elogiei seu sotaque e ela brincou modestamente que seu português não era muito bom. Eu imediatamente retruquei, no mesmo tom divertido, que achava que ela tinha bons motivos para ter aprendido alguma coisa da nossa língua. “Só poucas e boas palavras”, disse ela… (A conversa toda, claro, era uma referência a sua história com o modelo e DJ brasileiro Jesus Luz – que, elegantemente, nem precisou ser mencionado para se fazer presente). As câmeras ainda não estavam rolando – e eu lamentava secretamente o fato de elas não terem registrado esse momento de descontração…
Madonna fez ainda um elogio à minha roupa, e comentou, também bem-humorada, que eu era grande, e que seria melhor se eu não me mexesse tanto para não encobrir nenhuma câmera. O clima era bom! E quando finalmente alguém gritou “Valendo!”, nem tive tempo de pensar: o “Zeca repórter” entrou em cena, e tudo que eu queria a partir dali era ser capaz de cativar Madonna com uma conversa no mínimo interessante, que não a aborrecesse, e que satisfizesse os fãs que estariam vendo aquilo no próximo “Fantástico”. E acho que funcionou!
A própria entrevista, acho que nem é o caso de reproduzir aqui (está no link que indiquei acima). Mas o que vale a pena comentar é que achei Madonna muito mais espontânea do que esperava. Revendo a conversa, pensei até que algumas pessoas poderiam dizer que ela estava sendo fria. De fato, sua postura quase imóvel, insinuava uma certa distância. Mas posso garantir que ela estava realmente envolvida nas respostas que dava. Tenho alguns anos de experiência em sentar diante de artistas e ouvir eles recitarem “releases” – respostas prontas sem nenhuma espontaneidade. Esse não foi o caso de Madonna – mas não foi mesmo…
Para mim, foi até relativamente fácil. Puxei pelo seu lado criativo, pelas coisas que fazem ela ser uma artista tão fundamental há mais de trinta anos. E acertei em cheio – criamos uma conexão (que, aliás, eu não tenho ilusão nenhuma de que tenha durado depois que eu saí da sala, mas que ali, nos dez minutos de entrevista, funcionou maravilhosamente!). Eu mesmo fiquei tão interessado que quase não prestei atenção à pessoa que estava cara a cara comigo – digo, à própria pessoa física que estava ali. Ao longo do fim de semana (e mesmo hoje de manhã), já no Brasil, o que as pessoas mais queriam saber era “como ela estava?”. A pergunta, claro, não era tão inocente assim: a curiosidade era sobre seu estado – se ela estava com uma boa aparência, se a saúde e vigor que ela apresenta nos palcos e nos vídeos não eram apenas truques…
Se isso é também o que te inquieta, a boa notícia é que ela está, digamos, com tudo em cima. Ninguém pode nem sugerir que ela tem vinte – ou mesmo trinta – anos. Tudo bem. Madonna tem o rosto que tem, aos 53 (quase 54) anos. E pronto. Os olhos, como sempre, são os elementos da cara que mais entregam a idade – e no seu caso é possível perceber um certo cansaço da pele em volta das pálpebras. Fora isso, se ela não estava com um visual impecável (as luvas para esconder as mãos talvez envelhecidas eram seu único grande deslize), estava bem digna de ser a artista que todos nós aprendemos a amar e respeitar. Acima de tudo, o que era mais interessante ali era o fluxo da conversa – e ele correu sem problemas, como num bom bate-papo (que é, como sempre defendo, o que deve ser toda entrevista).
Depois da breve despedida – e dos votos de que ela se divirta (e nos divirta) ainda mais nessa próxima passagem pelo Brasil, fui “desplugado” (microfones retirados), e saí sem me demorar. Já de costas para ela, agradeci novamente, mais por educação – um rápido “Thank you again, Madonna”. E ouvi de volta um agradabilíssimo “Thanks Zeca”. A pronuncia era tão impecável quanto à do momento em que fomos apresentados. E eu fiquei tão emocionado que ainda ousei me virar para ver mais uma vez seu rosto. Porém, tal como Eurídice retornando ao Inferno, ela já não olhava para mim. Eu, pobre Orfeu, só tinha agora as lembranças de alguns minutos importantíssimos – não só para minha “currículo” de apresentador, como para meu histórico de fã.
Mas mais sobre isso na quinta-feira…

(Durante essa “trilogia Madonna”, por atenção ao próprio assunto, vou dar um tempo no “Refrão nosso de cada dia”; e semana que vem retomamos)."



 Fonte: Blog do Zeca Camargo /G1

GANG BANG - RomuloBlanc Remixes EP





Que tal começar a semana já de forma animada e dançante? É ou não é uma ótima maneira? Por isso, decidi trazer esses remixes do DJ Brasileiro RomuloBlanc pro blog.

Já conhecia alguns trabalhos dele há um tempo mas acho que nunca trouxe nada dele pra cá. Ai hoje resolvi montar um Epzinho com quatro remixes dele, tendo como carro chefe a ótima GANG BANG do álbum MDNA. O remix que abre o Ep é simplesmente incrível e com certeza vai fazer sucesso onde for tocado. O Romulo mostra com esse remix o seu potencial pra DJ e foi por causa dele que me empolguei em criar o post. Amei! O segundo remix para GANG BANG é igualmente bom e dançante. Completando o Ep temos dois remixes de músicas diferentes, HUNG UP e LUCKY STAR, e este último faz um ponte com os remixes de GANG BANG. Aliás, de certo modo, os quatro remixes parecem se complementar. Confiram:

GANG BANG ( RomuloBlanc Afrojack live Mix)
GANG BANG ( Vs. Toca Disco Bootleg 2012 Mix)
HUNG UP ( Vs. Knas Mash up Mix)
LUCKY STAR ( RomuloBlanc Remix)


Para completar o post, fiz uma capinha bem no espírito da faixa título, rs. O Dj RomuloBlanc é Cearense, mora em Fortaleza e se continuar com trabalhos tão bons assim, vai ganhar muitos posts de destaque aqui no blog! Parabéns mesmo!

Ah, os links são da página do DJ no Soundcloud do Dj, então, baixem logo porque lá tudo expira muito rápido.

E é isso! Quem sabe eu não volte aqui mais tarde pra mais um post! Abração e até o próximo post.


MDNA - The Bonus Pack



 Gente, que fim de semana foi esse hein? Eu praticamente o vi passar voando na minha frente por causa de tanto trabalho. Tô tão cansado, que sinceramente, hoje quase não viria postar também, já que ontem, mal pus meus pés aqui.

Enfim, já que estou aqui, vamos então falar de coisa boa! E coisa boa no momento é o álbum MDNA. O post de hoje traz faixas "extras" desse álbum: Remixes ( oficias e não oficiais) e também versões Demo. É como se fosse um Cd bônus complementar do álbum oficial e até a numeração das faixas segue a sequência do álbum.

As faixas que compoem esse disco são:

17 Give Me All Your Luvin_ (Just Blaze Bionic Dub)
18 Gang Bang (Orbit Kee Club Remix)
19 Girl Gone Wild (Dada Life Remix)
20 Love Spent (Acoustic)
21 Turn Up The Radio (Extended Version)
22 Masterpiece (Kid Capri Remix)
23 I'm A Sinner (Extended Version)
24 Girl Gone Wild (Offer Nissim Club Mix)
25 Turn Up The Radio (Oliver Twitz Remix)
26 Gang Bang (Tracy Young Private Mix)
27 Falling Free (Deepstereo Remix)
28 Bang Bang Boom (Gang Bang Demo)
29 Turn Up The Radio (Leo Zero Remix)
30 Give Me All Your Luvin (Avicii Remix)


MDNA -The Bonus Pack

O disco foi trazido do blog Playlist´M e é muito bom! Vale a pena baixar pra deixar o restinho de Domingo bem mais agitado.

Bem, vou descansar um pouco e vejo vocês amanhã!

Ah e não esuqeçam que hoje tem entrevista do Zeca Camargo com a Madonna no Fantástico. O programa começa as 20.45h

Até amanhã!

Fonte: Playlist´M

My Collection: TAKE A BOW - Single Set ( Part 1)





 Mais um post da série MY COLLECTION e ainda dedicado a Era BEDTIME STORIES, só que dessa vez, abrindo os posts sobre os singles de TAKE A BOW, uma das favoritas dos fãs e uam das mais lindas baladas da Madonna que simplesmente estourou no mundo inteiro. Eu admito que gosto dessa música, mas não adoro. Porém, tenho vários singles dessa música, rs. Todos tem certas diferenças e valores. Hoje vou mostrar os quatro cd´s single que tenho dessa música. Vamos lá?

TAKE A BOW ( CD Single)



Versão mais simples do Single, com três faixas: Todas as três são variações da versão do álbum ( Edit e Instrumental, além da versão Original) e é um single que se acha facilmente para comprar. É importado da Alemanha e vem em caixinha de acrílico Slim.



Eu AMO a capa de TAKE A BOW, e acho até que isso influi em eu ter tantos singles diferentes dessa faixa. Nesta versão, a capa - que usa uma Still do video de SECRET - vem na cor cinza.  A artwork é bem Clean, como todo o material dessa fase. O fundo todo branco com os créditos em letrinhas fininhas. Uma graça!

TAKE A BOW ( CD Single Limited Edition)



Esta é uma edição limitada do single acima. O conteúdo é o mesmo, mas a capa traz praticamente a mesma arte da versão simples, mas há uma moldura azul clarinho ao redor da foto da capa. Mas o resto ( até mesmo a impressão no disco) é igual. Ah e o box do Cd, como vocês podem ver, não é Slim e sim, Jewel Case.




A coisa bacana desse single é que ele vem com três cards exclusivos deste lançamento. Os cards trazem fotos do encarte de BEDTIME STORIES, todos em preto e branco. É um disco mais raro de se achar, justamente por ser uma edição limitada.

TAKE A BOW ( CD Maxi Single)



Aqui as coisas mudam drasticamente.A começar pela embalagem, que neste single, é Digipack com uma tranca preta. A arte é a mesma da edição simples, mas na cor Ambar. O Cd vem com uma impressão mais bonita ( e simples também).





E o conteúdo também é diferente, já que aqui temos Remixes de TAKE A BOW, mas nada muito dançante. Os remixes são bem suaves e cadenciados. Uma delicia de se ouvir. São cinco faixas e o disco é importado dos Estados Unidos.

TAKE A BOW - REMIXES ( CD Maxi Single)



Dos quatro formatos, este é que tem maior conteúdo. São OITO faixas, sendo seis versões de TAKE A BOW e duas de BEDTIME STORY, cujo single seria lançado algum tempo depois.Sendo assim, este conteúdo era exclusivo até ali.





A capa possui a mesma imagem, mas mais uma vez a cor é diferente, dessa vez é azul e vem num box Jewel Case com bandeja branca. Como o CD é importado do Japão, o encarte do disco vem com as letras das duas faixas do single em inglês e japonês.

Bom, ainda faltam dois formatos desse mesmo single, portanto, no próximo post tem mais TAKE A BOW pra voces!



Queria dedicar este post a um visitante que comentou comigo no Facebook que adora o Blog e que viaja com esta sessão. Segundo ele, através desta sessão, ele ficou conhecendo vários itens que ele não conhecia. Então, Marcos Serafim, este post é pra voce!

Abração e até amanhã pessoal!